Pesquisar este blog

Translate This Post

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Inclusão do Ginga no PPB de televisores está em consulta pública



A inclusão do Ginga no Processo Produtivo Básico (PPB) de televisores LCD está em consulta pública desde o dia 20 de setembro. Pela proposta, que recebe contribuições durante 15 dias, o PPB de televisores ganha um novo artigo, que incorpora a "capacidade de executar aplicações interativas radiodifundidas, de acordo com as Normas ABNT NBR 15606-1, 15606-2, 15606-3, 15606-4 e 15606-6". Vale lembrar, a adoção do PPB não é mandatória. No entanto, para efeitos práticos, torna-se obrigatória ao confererir incentivos aos fabricantes.
O cronograma para adoção do Ginga/DTVi é apertado, sobretudo para os fabricantes que ainda não contam com uma implementação Ginga pronta. Não há "obrigatoriedade" para 2011. Entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2012, 75% dos televisores devem contar com Ginga. A partir de 1º de janeiro de 2013, todos os televisores devem contar com o middleware. Os equipamentos que disponibilizarem suporte a conectividade IP deverão implementar o Ginga e não poderão restringir o acesso das aplicações interativas ao canal de comunicação.

fonte>Tela Viva

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

LG E PHILIPS Planejam plataforma unica para TV´s Conectadas


LG se juntou a fabricante Philips para ambas  construirem em torno de seu sistema de TV´s conectadas uma plataforma unica de desenvolvimento. No ano passado, a Philips, Sharp haviam assinado uma carta de intenções para criar uma plataforma comum e competitiva para  TVs conectadas.
O anúncio foi feito pelo CEO da  Philips Robert Smits, que disse que aplataforma comum seria baseada  em padrões abertos, como HTML5, CE-HTML eHbbTV. Embora ele não tenha dado maiores detalhes, o primeiro passo será o lançamento de um Kit de Desenvolvimento de Software ainda em Outubro desse ano.A aliança liderada pela Philips vai competir com sistemas similares de propriedade da Sony, Samsung e Panasonic. "Atualmente, os desenvolvedores devem dedicar muito tempo e esforço para desenvolver e testar suas aplicações em plataformas de TV diferentes", disse Smits. Uma plataforma comum deve resolver este problema e reduzir o nível de entrada para os proprietários de conteúdo.