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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

EM 2018 BRASIL SERA O TERCEIRO PAIS NA AMERICA LATINA COM SISTEMA TOTALMENTE DIGITAL (MEXICO E COSTA RICA SAO OS OUTROS DOIS )


A transição para a televisão digital terrestre na América Latina permitirá destinar a faixa de 700 MHz para as telecomunicações sem fio; vários países já têm alocado espectro radioelétrico desta frequência para as operadoras nos últimos anos.
Os processos para migrar a televisão digital terrestre (TDT) na América Latina são fundamentais para poder destinar a faixa de 700 MHz para as telecomunicações sem fio, agregando capacidade adicional de espectro radioelétrico para aumentar o desenvolvimento da banda larga móvel nos mercados da região.
Nove países latino-americanos foram apurados sobre as políticas de transição da TDT pela Cullen International e os dados foram compilados pela 5G Americas que revela variações nas datas pré-definidas para o “apagão analógico”. O termo significa o término daTV analógica para migrar para o sinal digital. Os processos de transição para o digital compreendem também a realocação das concessões de televisão que operam na faixa de 700 MHz (698-806 MHz) para evitar interferências entre serviços de radiodifusão e telecomunicações.
Dos países analisados na mostra, somente o México finalizou o processo do apagão analógico (em 31 de dezembro de 2015). Os países com a data mais próxima são Costa Rica (dezembro de 2017), Brasil e Equador (dezembro de 2018). Argentina, Chile, Colômbia, Peru e Paraguai planejam datas entre 2019 e 2025.
É importante que a faixa esteja disponível para sua utilização comercial o mais breve possível. Pelo que é recomendado existem datas pré-definidas e cronogramas de ação para a reorganização do espectro radioelétrico e a "limpeza" da faixa de 700 MHz no menor tempo possível, para assim garantir que os serviços de telecomunicações operem sem interferências de sinais de televisão.
Entre as propriedades físicas que tem atraído a faixa de 700 MHz estão sua capacidade de propagação em exteriores e a capacidade de penetrar interiores de estruturas e edifícios. Seu uso, combinado com outras faixas de frequência, tem permitido o desenvolvimento de redes LTE-Advanced no Chile e no Peru.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

ConsumerLab da Ericsson apresenta a sexta edição do seu relatório anual

Olhando para o futuro, o ConsumerLab da Ericsson apresenta a sexta edição do seu relatório anual com 10 tendências de consumo para 2017 e para os próximos anos.
São elas:
1- IA em todos os lugares: Em São Paulo, 50% dos usuários avançados de internet desejam um consultor de IA no trabalho (comparados com os 35% mundialmente) e 1 em 4 pessoas gostaria de ter uma IA como gerente. Ao mesmo tempo, quase 6 em 10 indivíduos se preocupam que robôs com IA farão com que muitos percam seus trabalhos.
2- Ditando o ritmo da Internet das Coisas: Os consumidores de São Paulo estão cada vez mais utilizando aplicativos automatizados, incentivando a adoção da IoT. Dos entrevistados, 58% acreditam que os smartphones aprenderão seus hábitos e realizarão atividades em seu nome automaticamente.
3 – Pedestres dirigem carros autônomos: Carros podem não existir no futuro. No Brasil, 1 em cada 4 pedestres se sentiria mais seguro cruzando uma rua, se todos os carros fossem autônomos e 60% deles prefeririam ter um carro autônomo.
4 – Realidade mesclada: Mais de 70% dos usuários de realidade virtual em São Paulo acredita que a realidade virtual ficará indistinguível da realidade em apenas três anos. Mais de 60% dos entrevistados já estão interessados em luvas ou sapatos que permitem que você interaja com objetos virtuais.
5 – Corpos sem sincronia: Conforme carros autônomos se tornam uma realidade, os problemas de cinetose (enjôo causado por movimento) relacionados ao movimento do carro aumentarão. Além disso, 4 em cada 10 pessoas esperam precisar utilizar remédios para tratar os sintomas. Em São Paulo, metade dos indivíduos também deseja remédios contra cinetose para utilizar com a tecnologia de realidade virtual e aumentada.
6 – O paradoxo da segurança de dispositivos inteligentes: Mundialmente, mais da metade das pessoas já utiliza alarmes de emergência, rastreamento ou notificações em seus smartphones. Dos que dizem que o smartphone faz com que eles se sintam mais seguros, três em cada cinco dizem assumir mais riscos, pois confiam no telefone.
7 – Silos sociais: Atualmente, as pessoas transformam suas redes sociais em silos voluntariamente. Quase 40% dos entrevistados em São Paulo dizem que as redes sociais são sua maior fonte de notícias. E mais de um em cada três indivíduos valoriza as opiniões dos seus contatos mais do que o ponto de vista de políticos.
8 – Realidade pessoal aumentada: Em São Paulo, 7 em 10 pessoas gostaria de utilizar óculos de realidade aumentada para iluminar ambientes escuros e destacar perigos (comparado a mais de metade das pessoas mundialmente). Quase metade também gostaria de editar elementos perturbadores ao seu redor.
9 – A divisão da privacidade: Dos usuários avançados de internet em São Paulo, 55% desejam utilizar apenas serviços criptografados, mas as pessoas estão divididas. Metade gostaria de ter um pouco de privacidade em todos os serviços e a mesma quantidade acredita que a privacidade é algo que não existe mais.
10- Grandes tecnologias para todos: Mais de 60% dos usuários avançados de internet em São Paulo gostaria de adquirir todos os seus produtos das cinco maiores empresas de TI. Desse número, mais de três em quatro acreditam que isso acontecerá apenas daqui a cinco anos.
Ao refletir sobre a ascensão da realidade virtual, André Gualda, especialista do Ericsson ConsumerLab no Brasil, afirma que "além de tempo real, acredito que deveríamos estar falando sobre tempo da realidade. Na verdade, o que chamamos de realidade se torna cada vez mais pessoal e subjetivo. Os consumidores optam por estar próximos de pessoas com mentalidade semelhante as suas, nas redes sociais, além de também personalizarem a maneira como vivem no mundo com as tecnologias de realidade virtual e aumentada".
"Os consumidores também querem que o futuro permaneça totalmente móvel, implicando que a demanda pela conectividade rápida e instantânea com baterias que respeitem o meio-ambiente cresçam rapidamente. Nesse sentido, o tempo da realidade significa que o momento das redes 5G já chegou".
As opiniões no relatório "As 10 principais tendências de consumo para 2017" são baseadas nas atividades de pesquisa global do Ericsson ConsumerLab realizadas em mais de 20 anos e nos pontos de dados coletados a partir de uma pesquisa online de 2016 feita com usuários avançados de internet nas 14 principais cidades do mundo.
Embora o estudo represente apenas 27 milhões de cidadãos, o perfil de usuários pioneiros torna esse número importante para que possamos compreender quando explorar tendências futuras.