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sexta-feira, 21 de junho de 2013

O PODER DAS REDES SOCIAIS E OS PROTESTOS PELO BRASIL


Os protestos, que reuniram cerca de 200 mil brasileiros em demonstrações em dezenas de cidades na segunda-feira (17), não devem ser encerrados tão cedo. Seus apelos, que incluem a oposição à corrupção e aos recentes aumentos da tarifa de transporte, atingiram praticamente todos os brasileiros com alguma queixa – e há muitos problemas para serem abordados . Como saúde, educação, crime, corrupção e os gastos públicos para a Copa do Mundo e as Olimpíadas.
As manifestações são um claro sinal do descontentamento existente em uma parcela da população que é em média mais rica e educada que a média dos brasileiros. Os protestos se espalharam rapidamente e sua novidade também é importante, já que o Brasil não tem um histórico recente de manifestações políticas, como na Argentina, Venezuela e até o Chile. O uso de gás lacrimogêneo e balas de borracha por policiais inexperientes no controle da multidão levou ainda mais manifestantes às ruas.Deste modo, os protestos se tornaram um fenômeno nacional, levando políticos a realizarem concessões, como a diminuição de tarifas no Rio e em São Paulo. Ainda assim, os atos devem continuar, e podem crescer em número, afetando a vida cotidiana no país por mais alguns meses. Os protestos também podem adicionar a sensação de que o Brasil, após uma década em que tudo pareceu correr bem, começou a se incomodar com a inflação crescente, o crime e a desigualdade social. Mas o movimento não é notável apenas por isso. É notável também por mostrar a força das redes sociais ,e aqui cabe uma explicação, pois
muitas pessoas confundem redes sociais com mídias socias. Redes sociais = Pessoas “conectadas” por relações onde se emite e recebe mensagem entre ambos. Quando há esta relação de troca, podemos dizer que existe conexão. Mídias sociais = Ferramentas digitais personalizadas ou de prestação de serviços que permitem publicação de conteúdo e formação de relacionamento, todavia apenas por meios virtuais. É o caso do Facebook, Linkedin, WordPress, etc. Na terminologia da palavra, podemos afirmar que redes são novas visões da sociedade, política, internet em um mundo globalizado onde podemos dizer que tudo que é sustentável tem o padrão de rede.
Temos que tomar cuidado para não confundir Rede Social com Institucional, ou seja, em uma rede não pode haver hierarquia e burocracias. Uma rede social não pode ser um grupo seleto, guetos ou um clube de pessoas. A proposta é poder compartilhar seu conhecimento com as outras pessoas e fazer um engajamento dessas redes de modo a  mobilizar, inspirar e colaborar com a sociedade. Nela você abre a mão de ter guetos ou grupos fechados e faz uma distribuição em torno de agendas compartilhadas.
Dessa forma as pessoas usam as “ferramentas digitais” para propagar sua mensagem e seu conhecimento.
Sendo prático, as manifestações da qual falei acima foram mobilizadas por pessoas dentro de uma rede de causa. Esta rede animada começou a produzir, produzir e começa a CONTAMINAR mais pessoas. REDES CONTAMINAM E INFLUENCIAM PESSOAS.
A rede derrubou do poder o Presidente do Egito e  as manifestações no Brasil também são fruto dessa força das redes sociais. Através de e-mails, blogs, mídias sociais, as pessoas compartilharam sua indignação e tornaram-se não uma “massa” monopolizada pelo estado, mas amigos lutando pela mesma causa.
 Muitos outros exemplos podem ser dados do poder das redes sociais :
Temos o google com qualquer conteúdo, com conhecimento gratuito disponível 24 horas para qualquer pessoa de qualquer idade.
Acabou-se o muro de conhecer pessoas, ou cidades e até países. A internet, facebook, flickr etc. trouxeram uma nova economia e uma sociedade mais livre e mais conectada.
E é claro acabou-se o monopólio das mídias televisivas, rádios e revistas. Hoje Blogs e demais meios possibilitam gratuitamente aproximar consumidores de noticias e produtos .
Acabou-se as ditaduras políticas do silêncio de expressão. As redes sociais estão destruindo tantos muros que embora ainda imperceptível, estamos hoje no caminho de construir uma sociedade mais justa e sustentável do que qualquer outra na historia desse planeta.
O engajamento das pessoas, essa união por conta de uma causa, são sinais do que esta liberdade e conectividade promovida pelas redes sociais podem causar futuramente. Vendo esta mudança de cenários econômicos e sociais, tenho que nos perguntar:

E você esta fazendo a sua parte ? 


terça-feira, 11 de junho de 2013

PESQUISA DEMONSTRA QUE CONSUMIDORES ASSISTEM MAIS PROGRAMAS DE TV DO QUE FILMES USANDO VOD.

 
Mais de 80% dos telespectadores entrevistados nos Estados Unidos preferem assistir a programas de TV do que  filmes sob demanda. É o que revela um novo estudo divulgado pela Mídia QuickPlay.
O relatório constatou que os canadenses usam VOD para assistir a programas de TV e filmes com a mesma freqüência, enquanto telespectadores no Reino Unido preferem VOD para assistir a programas de TV (91%) muito mais frequentemente do que a  filmes (60%).
Curiosamente, os entrevistados nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido ainda preferem assistir a programas de TV durante a transmissão inicial (especialmente no Reino Unido), enquanto todos optariam por VOD para assistir a um filme - incluindo cerca de 50% nos Estados Unidos.
Mais de oito em cada 10 entrevistados em todas as três regiões preferem assistir a eventos esportivos e notícias ao vivo .
A pesquisa foi realizada online entre 14 maio e 17 maio com 631 americanos, 619 canadenses e 612 Ingleses. Sendo adultos selecionados aleatoriamente entre 18 e 60 anos que assistem  TV ao vivo ou VOD usando uma smart TV ou  um computador , um laptop ou netbook , um tablet, um smartphone, um set top box baseado em alguma operadora de TV por assinatura, um  console de jogos ou um dispositivo de mídia streaming.
Os telespectadores dos EUA classificaram os melhores fatores como "a disponibilidade em mais dispositivos" e a  "transmissão de TV ao vivo para mais de um dispositivo móvel", em comparação com os entrevistados do  Reino Unido e Canadá . Este último publico parece ser mais focado em mostrar um alto nível de interesse para um nível reduzido de publicidade, em comparação com os entrevistados nos Estados Unidos e Reino Unido. Os espectadores no Reino Unido são menos prováveis ​​do que os seus homólogos norte-americanos para aumentar a sua utilização de um dispositivo devido à melhoria do conteúdo.
Enquanto isso, os telespectadores americanos são menos propensos a ficar irritados quando se trata de ver os anúncios de vídeo: mais de 60% não se importam com interrupções. O oposto é verdadeiro para o Canadá, onde 60% estão irritados com os anúncios. Britânicos estão divididos quase igualmente entre ambos os grupos. 
Os americanos são os mais dispostos a pagar mais, a fim de pular anúncios (21% versus 13% no Canadá, 15% no Reino Unido). 

"Os consumidores estão procurando mais conteúdo. Os prestadores de serviços devem levar em consideração não só o conteúdo certo, mas também garantir que eles tenham a plataforma de serviço certa para entregar pacotes de multiscreen ,com qualidade HD sem comprometer a qualidade da experiência,disse  "Wayne Purboo, CEO da QuickPlay Media em um comunicado.

fonte : HomeMedia Magazine