Ainda que o sistema sofra algum preconceito, com notícias, ora criticando o preço dos conversores, ora criticando o tempo de adoção da nova tecnologia. A realidade é que o padrão ISDBTB é o mais completo e o mais adequado a realidade da América Latina,pois só ele consegue oferecer tantas funcionalidades para os usuários de forma completamente gratuita. Ao comprar um conversor seja ele integrado ou não, o usuário esta levando para casa um dispositivo com a tecnologia mais avançada do mundo. Pois só o ISDBT-B ,utiliza Compressão de vídeo H264,áudio HEAAC .
Quanto aos que acham que a adoção do sistema é muito lento, basta olharem para o processo de transição da TV em preto-e-branco para colorida e verão que isso levou mais de vinte anos para acontecer. E que a TV digital tem tido a melhor curva de adoção quando comparada a outros aparelhos seja o vídeo cassete, o DVD, ou até mesmo o CD Player.
Isso tudo graças ao esforço e interesse conjunto de fabricantes e das emissoras de televisão em adiantar o cronograma definido pelo Ministério das Comunicações, o sinal da TV digital aberta já chegou a 28 cidades do país, das quais 20 são capitais e 8 são cidades Polo. Para se ter uma idéia desse avanço em 2008 eram apenas 9 capitais e 40 milhões de habitantes com cobertura digital.
Números da Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão),revelam que cerca de 90 milhões de brasileiros já estão aptos a receber o sinal digital.
Em São Paulo, a primeira capital a receber o sinal no pais.(Dez.2007),a cobertura atinge 95% da região metropolitana.Essa quase totalidade se deve a instalação de GapFillers ,que são reforçadores de sinal e funcionam como amplificadores para cobrir áreas de sombra, onde antes o sinal não chegava devido a condições topográficas. Com o fim das áreas de sombra e a antecipação das transmissões nas principais capitais os consumidores só tem o que comemorar
Blog sobre TV Digital, segunda tela, smart tv , tv hibrida e tudo mais que a tecnologia deixar
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Loudness 2
Loudness 2
Entre os desafios para enfrentar o Loudness, estão a necessidade dos técnicos e engenheiros em se acostumas a utilizar técnicas de medição de volume de áudio ao invés de nível de áudio.Pois duas amostras de áudio podem ter o mesmo nível, e ainda assim apresentar características diferentes de impressão de volume.
Os Broadcasting estão diante de uma quebra de paradigma, pois eles sabem como lidar com controle do nível de áudio, pois isso já é feito a muitos anos. Mas agora para cumprir com a Norma 1770, o que o medidor de nível está mostrando não é mais relevante. Todos precisam entender que o volume e o nível são duas coisas distintas.
Se o material de áudio esta alinhado com intensidade equivalente, o nível pode variar muito, e isso é o que eles precisam aprender agora, como procurar o melhor “ nivelamento”.
Um padrão de Loudness é necessário para a Industria de radiodifusão ,pois as condições de monitoração de áudio tem que ser padronizadas e alinhadas da mesma maneira, para garantir que teremos volumes equivalentes em diferentes locais e espaços.
Existem normas para níveis de áudio, elas até podem variar de região para região, mas estão publicadas e todos sabem qual nível de alinhamento devem seguir para controle. Mas não podemos dizer o mesmo para niveis de intensidade. O ATSC deu o primeiro passo e publicou uma recomendação para o controle de intensidade, e na Europa o EBU esta discutindo essa recomendação, e uma das principais discussões diz a respeito se há diferença de percepção de intensidade para as diferentes regiões do mundo, essa resposta deve ser dada antes de se publicar uma norma de referencia mundial.
Idealmente o que a industria necessita é de um sistema que permita o controle dinâmico em curto prazo, bem como um controle de nível compatível com a ITU 1770 em uma só caixa.
Com este sistema duplo de controle de volume e nível, o circuito deve dar controle continuo independente da origem do som, de forma que, nenhuma mudança espectral possa ser notada, apenas sonoridade bem controlada.
Este tipo de sistema precisa ser capaz de restaurar as estruturas dinâmicas e de oferecer um inaudível controle de ganho (AGC),de forma que transientes e picos possam ser controlados com precisão.
Tudo isso são as necessidades que um bom sistema de controle de Loudness precisa ter, o grande problema que deve ser somado a execução da realização desses pré-requisitos é o tempo de latência. Que não deve ultrapassar o tempo que o ouvido humano leva para perceber o loudness ,cerca de 200ms. Após isso as diferenças entre áudio e imagem começam a aparecer.
Como vêem os desafios são muitos, mas já estão sendo enfrentados, e se tornarão cada vez mais palpáveis a medida que referencias internacionais forem publicadas e o quanto antes começarmos a adoção do controle de intensidade mais rápido estaremos preparados para dar os resultados que os telespectadores querem ouvir.
Entre os desafios para enfrentar o Loudness, estão a necessidade dos técnicos e engenheiros em se acostumas a utilizar técnicas de medição de volume de áudio ao invés de nível de áudio.Pois duas amostras de áudio podem ter o mesmo nível, e ainda assim apresentar características diferentes de impressão de volume.
Os Broadcasting estão diante de uma quebra de paradigma, pois eles sabem como lidar com controle do nível de áudio, pois isso já é feito a muitos anos. Mas agora para cumprir com a Norma 1770, o que o medidor de nível está mostrando não é mais relevante. Todos precisam entender que o volume e o nível são duas coisas distintas.
Se o material de áudio esta alinhado com intensidade equivalente, o nível pode variar muito, e isso é o que eles precisam aprender agora, como procurar o melhor “ nivelamento”.
Um padrão de Loudness é necessário para a Industria de radiodifusão ,pois as condições de monitoração de áudio tem que ser padronizadas e alinhadas da mesma maneira, para garantir que teremos volumes equivalentes em diferentes locais e espaços.
Existem normas para níveis de áudio, elas até podem variar de região para região, mas estão publicadas e todos sabem qual nível de alinhamento devem seguir para controle. Mas não podemos dizer o mesmo para niveis de intensidade. O ATSC deu o primeiro passo e publicou uma recomendação para o controle de intensidade, e na Europa o EBU esta discutindo essa recomendação, e uma das principais discussões diz a respeito se há diferença de percepção de intensidade para as diferentes regiões do mundo, essa resposta deve ser dada antes de se publicar uma norma de referencia mundial.
Idealmente o que a industria necessita é de um sistema que permita o controle dinâmico em curto prazo, bem como um controle de nível compatível com a ITU 1770 em uma só caixa.
Com este sistema duplo de controle de volume e nível, o circuito deve dar controle continuo independente da origem do som, de forma que, nenhuma mudança espectral possa ser notada, apenas sonoridade bem controlada.
Este tipo de sistema precisa ser capaz de restaurar as estruturas dinâmicas e de oferecer um inaudível controle de ganho (AGC),de forma que transientes e picos possam ser controlados com precisão.
Tudo isso são as necessidades que um bom sistema de controle de Loudness precisa ter, o grande problema que deve ser somado a execução da realização desses pré-requisitos é o tempo de latência. Que não deve ultrapassar o tempo que o ouvido humano leva para perceber o loudness ,cerca de 200ms. Após isso as diferenças entre áudio e imagem começam a aparecer.
Como vêem os desafios são muitos, mas já estão sendo enfrentados, e se tornarão cada vez mais palpáveis a medida que referencias internacionais forem publicadas e o quanto antes começarmos a adoção do controle de intensidade mais rápido estaremos preparados para dar os resultados que os telespectadores querem ouvir.
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