A pesquisa mostra, por exemplo, que 26% das pessoas que clicam em um
anúncio do Facebook chegam a comprar o produto ou serviço oferecido
dentro de 30 dias.
O último relatório anual realizado pela Kleiner Perkins Caufield & Buyers aponta um dado um tanto quanto surpreendente para quem trabalha com comunicação e mídia.
Em menos de 23 anos de existência a internet ultrapassa a
televisão, em relação ao volume de dinheiro investido em mídia nesses
veículos, nos EUA. Para quem acompanha esses dados desde 1995,
os números não são necessáriamente uma surpresa, mas o caminho foi longo
para chegar até esse ponto.

A mídia digital, desde seu surgimento, teve seus altos a baixos.
Passou pela bolha especulativa no final da década de 90 que teve seu
auge nos anos 2000.
(Se analisarmos o gráfico, o efeito da bolha só começou a cessar em 2004). De
lá pra cá, o mercado digital teve que lidar com desconfiança, falta de
conhecimento técnico do mercado, déficit de profissionais qualificados,
baixa qualidade de conexão e infraestrutura, baixa penetração de
mercado, dificuldade de adaptação dos consumidores e clientes. Passou
por todo esse processo e chegou ao topo do mercado publicitário em menos
de 23 anos. Podemos dizer que foi uma ascensão rápida para um mercado
tão competitivo e distinto.
Grande parte da ascensão da mídia digital está nos resultados que
ela oferece. Os formatos de publicidade, na internet, estão se
aprimorando e a pesquisa mostra que seus usuários estão correspondendo
de forma positiva, ou seja, interagindo e adquirindo produtos com mais
confiança.
Dados também apontam que Google e Facebook continuam crescendo acima da
média dos outros players do mercado, com respectivos 20% de crescimento
ao ano para o Google e 62% de crescimento ao ano para o Facebook.
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