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domingo, 26 de outubro de 2014

Emissoras Publicas alegam que televisores não reconhecem a multiprogramação !!

Na complicada implantação da TV Digital no Brasil, uma nova polêmica apareceu no caminho das emissoras públicas: os aparelhos de televisão e conversores de sinais não estão preparados para a multiprogramação, em particular por não identificarem automaticamente quando determinado canal é subdividido.
O tema foi levado pela TV Câmara e pela TV Senado ao Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital, que de sua parte está em tratativas com a Associação Brasileira de Normas Técnicas, a ABNT, que é responsável pela definição das configurações dos aparelhos receptores.
“A norma da ABNT não contempla a multiprogramação, deixa isso opcional. Assim, os televisores só identificam o canal primário. Significa que o espectador precisa saber de antemão e programar ele mesmo os aparelhos. O que queremos é que a ABNT modifique a norma para ajustar isso”, explica a coordenadora da Rede Legislativa de TV Digital, Evelin Maciel.
O formato dos acordos, com disponibilidade de canais para as TVs Câmara e Senado, mas também assembleias legislativas e câmaras de vereadores, torna óbvio o interesse desse grupo no bom funcionamento da multiprogramação – em tese disponível em pelo menos 31 cidades. Juntas, essas emissoras já investiram R$ 35 milhões (R$ 25 milhões só da TV Câmara) e outros R$ 25 milhões estão previstos até o próximo ano.
Do lado dos fabricantes, há sinais de que a adaptação poderia ocorrer em prazo razoavelmente curto – cerca de quatro meses. Mas é incerto o tamanho do legado que pode ser ajustado com facilidade. Uma das tentativas é medir quantos aparelhos no país são capazes de serem adaptados a identificar a multiprogramação por firmware. 
fonte : http://convergenciadigital.uol.com.br/

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Governo cobra proposta da indústria para Interatividade





Por meio da página do Minicom, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, informa que solicitou à indústria um posicionamento oficial sobre a obrigatoriedade da adoção do Ginga, middleware de interatividade, pelos fabricantes de televisão no país. “A ideia é fazermos um debate sobre a interatividade para massificar a TV Digital, e não elitizá-la com elevação dos preços”, disse na nota oficial.
Fato constrangedor foi o presidente do Forum SBTVD, em entrevista à imprensa, reproduzida pela CDTV, do Portal Convergência Digital, afirmar que o Ginga não foi debatido entre as partes. Sobre o Ginga, Franco foi além. Apesar de reconhecer que o middleware brasileiro é único, diz que há muita ansiedade e impaciência no país para a massificação da interatividade. 
Durante a reunião, segue a nota, também ficou acertada a participação brasileira no IV Fórum Internacional ISDB-T, no Chile. O evento reunirá representantes dos 12 países que aderiram ao padrão nipo-brasileiro de TV Digital: Brasil, Japão, Argentina, Bolívia, Chile, Costa Rica, Equador, Filipinas, Paraguai, Peru, Venezuela e Uruguai.
O Secretário de Telecomunicações do MiniCom, Nelson Fujimoto, que também participou do encontro no ministério, destacou a importância da presença do governo no fórum internacional, já que o Brasil liderou a expansão do sistema nipo-brasileiro, principalmente na América Latina. “Essa é uma leitura que os próprios parceiros japoneses têm de que o papel do Brasil foi muito importante e fez a TV Digital se expandir”, acrescentou.
O fórum no Chile deverá reservar um espaço exclusivo para as discussões e trocas de experiências entre representantes de governo. De acordo com Fujimoto, é relevante que o evento consiga integrar os países não só técnica, mas também politicamente.
O fórum também deverá convidar outras nações interessadas em adotar o sistema nipo-brasileiro de TV Digital, como Angola, Nicarágua e Guatemala. O evento ocorre semestralmente desde 2009 e já foi realizado no Peru, Argentina e Brasil. O principal objetivo é garantir a harmonização das normas técnicas entre os países que já adotaram o padrão nipo-brasileiro. 
Fonte: Convergência Digital .