Pesquisar este blog

Translate This Post

Mostrando postagens com marcador Google Tv. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Google Tv. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

UBUNTU TV X GOOGLE TV : APOSTA EM TV´S CONECTADAS CONTINUA ALTA


Ao contrário do que muitos esperavam, o anúncio da Canonical na CES 2012 não foi um smartphone ou tablet, mas sim a Ubuntu TV. A televisão de 40 polegadas rodando a versão do Ubuntu mostra a vontade da empresa em expandir versões da distribuição Linux para outras plataformas e bater de frente com a Apple e o Google, empresas que também desejam oferecer soluções parecidas.
Segundo o The Register, a Ubuntu TV terá interface baseada no Unity, mas com adaptações. Assim, a ideia é que o usuário possa navegar e interagir com conteúdos em vídeo armazenados na nuvem, como filmes e programas de TV.
Ubuntu TV (The Next Web)
O serviço também oferece player de música e aplicativo para acessar o YouTube. O sistema permite a exibição de guias de programação de emissoras, bem como a aquisição ou locação de programas e filmes, desde que as próprias emissoras ofereçam o serviço. Outro recurso de destaque da Ubuntu TV está no Ubuntu One. Com ele, é possível compartilhar arquivos entre aparelhos iOS, Android e, claro, Ubuntu.

Fonte:  Guilherme Abati (yahoo.com)

sábado, 12 de novembro de 2011

Google TV : Um ano depois ja mostra sinais de desgaste !


Segundo o  relatório da consultoria The Verge, a Logitech não produzira novos set top Box e  nem lançara atualizações para  o Logitech Revue,o Set Top Box da Google Tv.
Relembrando : Em dezembro de 2010 a Logitech  lançou o Logitech Revue  um STB streaming dedicado  com sistema operacional da Google TV . Esse dispositivo foi concebido para  trazer  uma enorme quantidade de conteúdo de vídeo  disponível na Internet  para os televisores.  Porem a falta de suporte ao software da Google e os constantes bloqueios  produzidos pelas  grandes redes de TV , fizeram com que o Revue se tornasse um fiasco com prejuízos da ordem de US$ 100 milhões de dólares , segundo o CEO da companhia  Guerrino de Luca .  Ainda segundo ele o grande erro  se deve principalmente ao software  da Google TV que não estava pronto para o lançamento.
Embora a Google tenha lançado recentemente uma nova atualização, isso parece ter saído muito tarde , um ano se passou desde o lançamento da plataforma e as correções chegaram apenas  agora.  Outro erro estratégico esta no preço dos set top Box Revue que é da ordem de US$ 300,00 dollares, outras companhias como a própria Apple que lançaram media centers , tiveram que rever seus preços  e adéqua los a um mercado que consome STB entre 59 e 99 dollares. Foi exatamente o que fez a  Roku com o STB mais bem sucedido do mercado, com preços de US$ 59,00 dollares.
O Google TV  começou com um grande estardalhaço mas seu sucesso ainda não se traduziu em vendas ou muito menos em  retorno do investimento. Para os aficionados por TVs conectadas essa  historia da Logitech com a Google TV é um grande alerta de que talvez  leve um tempo muito maior do que estamos pensando para a webtv  ser realmente uma killer application . Para isso ainda falta modelo de negocio e  valor agregado para garantir um pouco mais do que estardalhaço na mídia .

terça-feira, 15 de março de 2011

OVER THE TOP (OTT) E O FUTURO DOS BROADCASTERS



No passado:
Over the Top: uma frase militar derivada da guerra de trincheiras da Primeira Guerra Mundial .
No futuro:
Over the Top: conteúdo de vídeo entregue através de meios alternativos ; popularmente conhecido como OTT TV.

A entrega de vídeo via Internet diretamente nos dispositivos dos usuários conectados, permite acesso em qualquer lugar, a qualquer tempo ao seu programa favorito, ou noticia que esteja procurando. Muitas das barreiras à implementação massiva dos serviços OTT TV estão sendo suplantadas e com isso, abre-se o potencial de transformar a face da indústria de TV, criando novas oportunidades de negócio para os players existentes e também possibilitando novos entrantes.
Agora que muito conteúdo em vídeo está disponível online, a grande pergunta é: Sera que no futuro, a programação de TV migrara inteiramente para a Internet, deixando para trás os tradicionais provedores TV aberta, TV a cabo e TV via satélite ?
Obviamente ainda vai levar algum tempo para que os serviços OTT possam competir com os provedores tradicionais, principalmente no que tange aos padrões de programação entregues pelos broadcasters brasileiros. Porém o que parece ser um caminho sem volta, é que cada vez mais e mais aumenta a demanda por vídeos online, os provedores de serviço e desenvolvedores de hardware (fabricantes de TV , media center,HomeTheater) estão disputando o espaço nas salas dos usuários e as soluções OTT TV parecem ser a killer aplication do momento. (embora não tenham um modelo de negócio bem definido).
Podemos destacar 3 razões para que o OTT TV tenha um grande impacto na industria de midia:
Razão um: Customização
A uma repulsa do publico jovem em não assistir TV, mas sim de “produzir” sua própria grade de programação e o OTT TV nesse sentido torna-se uma peça-chave para que conteúdos e serviços relevantes possam ser customizados para esse tipo de consumidores;
Razão dois:Conteúdo é tudo, não importa de onde vier
Para o publico leigo, conteúdo é conteúdo não importa da onde ele vem ( por cabo, pela Internet ou por Satélite), ancorados nessa visão, novos players de dentro e de fora da indústria surgirão para desafiar os operadores existentes, oferecendo aos usuários muito mais opções de escolha, pois o novo mantra entoado pelos players de OTT TV é : “O conteúdo é tudo”;
Razão três: Necessidade de Novos modelos de negócios para os Broadcasters e Operadoras
Ainda sobre a personalização da chamada grade de programação, veremos os usuários sendo capazes de construir portais de conteúdo personalizados ,agregando uma variedade de diferentes provedores de conteúdo, (incluindo os principais estúdios), isso fara surgir a necessidade de novos modelos de negócio que aproveitem as facilidades da integração de produtos e tecnologias, teremos então uma nova base de competição, a de consumo de conteúdo e não mais só de audiência.
Através dessa razões veremos então uma "Briga de gigantes" onde,as operadoras procurarão se consolidar ou formar alianças para competir contra esses prestadores de serviço OTT (Nomeadamente o GoogleTV e CIA) Essas Mega-operadoras devem criar serviços premium de conectividade e de conteúdo digital convergente, mas isso são puras especulações.
A única certeza até agora , como já disse antes, é que a Internet criou uma nova geração de consumidores de vídeo, com expectativas elevadas em relação a liberdade e flexibilidade da grade de programação, é através dessa nova ótica (tendência) que as operadoras devem enxergar o futuro.
Do meu ponto de vista, acho que o OTT é algo que os Broadcasters devem prestar atenção.Não só por que isso esta redefinindo o modelo de negócio de distribuição de vídeo,mas também todo o ecossistema ao redor dos dispositivos que estão se integrando aos televisores. Se antes, era impensável agregar uma placa de rede a uma TV, hoje descobrimos que Isso irá conduzir novas relações e relacionamentos e reordenar todos os outros existentes.
No passado com o surgimento do Triplo Play, onde as operadoras de cabo pareciam “ameaçar” as operadoras de telefonia com seus serviços de Voz sobre IP (VoIP). Hoje os serviços concorrem juntos. Hoje portais da Internet como o You Tube (Google) parecem ameaçar os Broadcasters, pois usam uma porta de entrada nunca antes imaginada na TV ( O IP). Mas isso deve ser momentâneo, pois o novo sempre assusta ,a saída (me parece) é tratar os serviços OTT, como é tratado a retransmissão do sinal da programação aberta para as oberadoras de Cabo e Satélite. Ainda que falte uma regulamentação para os serviços OTT, os Broadcasters devem trabalhar novos negócios no ecossistema OTT com as empresas que controlam os dispositivos e interfaces dos consumidores.
Se os Broadcaster forem capazes de vincular-se aos serviços OTT com modelos de negócio próximos do utilizados hoje para cabo e satélite eles ampliaram em muito sua presença entre o publico jovem que odeia sua grade de programação .
É importante entender, o que realmente define o modelo de negocio são os dispositivos que controlam o acesso as redes de serviços, sejam eles set top box , players de stream (embutidos ou não em televisores) ou consoles. 
O desafio que o OTT traz a este mercado, é que novos tipos de set-top boxes estão conectando a televisão a Internet e isso rompe o ecossistema que cresceu em torno do aparelho de televisão e isso é um mercado com o qual as operadoras de Tv por assinatura e os broadcasters ainda não sabem como lidar.
Porém ainda existem barreiras técnicas e juridicas a serem vencidas (Principalmente para os países da América Latina ).
As principais barreiras à adoção da OTT TV são:
  1. OTT TV precisa de dispositivos que suportem os seus novos padrões para tornar-se presente massivamente em qualquer lugar (ubiqüidade);
  2. Limitações de banda das atuais conexões, na maioria ADSL, impactam na qualidade requerida pelos conteúdos HD.
  3. Com exceção de determinados nichos, os custos ainda favorecem distribuidores tradicionais, no entanto com a queda de preços dos serviços IP essa diferença tende a desaparecer;
  4. Não podemos esquecer dos provedores de backbone ,eles são a “estrada” por onde os serviços de stream do OTT correm, e logo vão querer colocar restrições ao transporte deste tipo de tráfego; caso não sejam incluídos no modelo de negócio.

    É preciso lembrar que usabilidade nestes novos serviços é a palavra chave para cativar os usuários inexperientes e encantar os já “antenados” com a tecnologia. ( Lembrem-se TV não é PC).
No fim, o futuro sera IP. E cada vez mais e mais nossos televisores serão centrais de entreterimento e informação comandados por um publico livre .






terça-feira, 17 de agosto de 2010

Google TV - Primeiras Impressões


Em sua ultima conferência o Google revelou detalhes sobre sua maior novidade: A Google TV, que combina a nova versão do Android 2.2 (sw) chamado de Froyro, com uma TV Sony (hd).Em essência, o Google TV é dividido em três componentes: Android (a partir da versão 2.1), o browser Chrome e Flash 10.1; juntos, esses recursos conseguem levar “o entretenimento da internet para a TV. Segundo os desenvolvedores. Em uma das demonstrações, por exemplo, os criadores da tecnologia buscaram pelo seriado "House" e encontraram conteúdos disponíveis por streaming pelas emissoras de TV e em sites de vídeos da internet.
Para rodar de modo satisfatório nos televisores,o Google informa que houve uma adaptação específica de processadores realizada pela Intel, que é parceira no projeto.A empresa, recomenda conexões acima de 3MB/s, para melhor rendimento do serviço.
Tentativas anteriores já mostraram que ler e-mail ou navegar na Internet usando a TV não é nada facil nem confortável. Manusear teclado e mouse sentado em uma poltrona é uma multitarefa desnecessária. Porém a nova abordagem do Google promete ser uma experiência fácil.
O Google adcionou sua incrivel capacidade de busca da Web e somou a controles amigaveis de navegação por controle de voz , Dessa forma com o Google TV, e um telefone Android pode ser usado para permitir o controle de voz.Basta dizer, "'show Simpsons TV ", e sua TV Google ira exibir as opções de conteúdo com essa “TAG”.
Esqueça aquela antiga frase da AOL : "You've got mail". Com o Google TV, você será capaz ler e-mail apenas dizendo: "Abra meu e-mail."
A tecnologia visa trazer uma programação televisiva criada pelo próprio usuário, que conseguirá, por meio de controles remotos (smartphones com Android, dispositivos específicos e até comandos de voz), buscar por conteúdos disponíveis pela internet usando uma barra de pesquisa rápida inserida na tela.
Como a plataforma Android é aberta , dessa forma milhares de desenvolvedores podem trazer novas funcionalidades, como controle de aplicações para a TV entre outras coisas.
O Google afirma que 100 mil dispositivos Android são ativados todos os dias, ea plataforma é suportada por 50 mil aplicativos Android.Imagine o que os aparelhos de TV pode ser capazes de fazer quando armados com aplicativos de terceiros?
A razão de existir do Google TV,dizem os desenvolvedores, é trazer uma experiência completa de internet para as telas grandes, seja para assistir a vídeos no YouTube, buscar por episódios de seriados ou ainda usar aplicativos de web baixados pelo Android Market para ver a previsão do tempo ou gerenciar o Twitter, por exemplo.
Alguém poderia se perguntar por que o Google quer entrar no mercado de TV ?
A resposta é simples ,não é porque a empresa quer vender aplicativos, mas sim porque há uma estimativa de que há cerca de 4 Bilhões de TV´s em todo o mundo, e mais de US $ 70 bilhões são gastos anualmente em publicidade televisiva só nos Estados Unidos. E o que o Google quer é uma parte desta receita.
Os anunciantes também poderão se beneficiar destas novas funcionalidades .Embora as mensagens de propaganda hoje sejam passivas, o Google TV permitirá um diálogo de mão dupla ( interatividade).Quando o espectador achar um produto interessante num programa de TV, ele será capaz de acessar rapidamente esse produto e obter mais informações sobre ele, encontrar um vendedor local ou até mesmo entrar em contato com o fornecedor.
Para os grandes produtores de conteúdo televisivo, o Google prepara um flexível plano de distribuição de conteúdo, procurando trazer vantagens comerciais para os grupos de mídia. Em meio a isso, os usuários também poderão gravar o conteúdo por meio do sistema de PVR.
Mas será que as emissoras deveriam se preocupar com o modelo de TV do Google?
Qualquer tecnologia que aumente ainda mais a experiência do telespectador é bom para os radiodifusores.Porém, isso significa também que uma variedade de competidores serão exibidos, juntamente com sua estação em qualquer EPG ou anúncio.Mas, com a capacidade de busca por contexto, o conteúdo da emissora será igualmente visível com outras opções.Isto significa que a programação local se destacara ainda mais, agora ao contrário de quando sua estação ou rede era apenas um dos 500 canais entre todos os outros.
Os Espectadores de hoje não sabem nem se importam se os programas vêm de satélite, cabo, pelo ar, pela Internet ou pelo encanamento de água.O que os telespectadores querem é ser capazes de encontrar facilmente o conteúdo desejado e depois vê-lo em um ambiente confortável.
O Google TV efetivamente fornece todas essas funções e características? Talvez ainda não, mas parece ser a empresa mais proxima de uma solução eficaz do que qualquer outra.
Ainda não há informações sobre o preço final dos hardware, que serão vendidos exclusivamente pela BestBuy. Uma vez comprada a estrutura, o serviço é gratuito. Vic Gundotra, vice-presidente de engenharia do Google, afirmou que a tecnologia passará a ser comercializada internacionalmente só a partir de 2011, então é esperar para ver .