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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Estudo aponta que IPTV manterá crescimento na AL, África e Oriente Médio até 2017!



Recentemente, a consultoria  Pyramid informou que as assinaturas de IPTV vão alcançar 100 milhões até 2013, e na pesquisa anterior a América Latina, África e Oriente Médio apareciam como mercados de baixa penetração. Mas, um relatório divulgado no dia 4 de Abril, pela companhia ressalta que esses mercados serão responsáveis por um crescimento de 42,2% e 36,2% até 2017.

Segundo o analista da Pyramid, Guillermo Hurtado, haverá um crescimento maior em assinaturas nessas regiões. “Esses mercados são pequenos e representavam cerca de 2,1% do total de assinaturas em 2012. Na América Latina, que fechou o ano anterior com 891 mil assinaturas, é esperado um crescimento de 42,2%, enquanto a África e Oriente Médio devem contabilizar 36,2% do total, tendo em vista que é esperado um crescimento de 17% globalmente”, adiciona.
Essas regiões, segundo o analista, mudou a expectativa em torno do IPTV. “O número de assinantes pode chegar a 181.1 milhões nos próximos quatro anos, por causa desses mercados, movimentando uma parte significativa do crescimento”. Entretanto, o analista não desconsidera a Ásia-Pacífico, que tem maior penetração e lidera em número de assinantes.
O continente terminou 2012 com 38.2 milhões de assinaturas, e a China sozinha contabilizou 20.2% do percentual da base total de assinaturas, ano passado. Segundo a Pyramid, essa região crescerá ainda mais nos próximos anos. “Esse movimento será dirigido pelo aumento na base de assinantes de banda larga, com a proliferação da fibra óptica”, adiciona.
Fonte: IPNEWS

Pesquisa diz que países emergentes serão principais mercados para OTT


Os países emergentes serão os principais mercados para aplicações OTT (over-the-top), pois a economia global é incerta e desafiadora. De acordo com a Pyramid, essas podem ser as próximas economias, com a expectativa de crescimento cinco vezes mais rápido da receita vinda dos serviços de telecom do que nos países desenvolvidos – 
o que pode tornar os serviços móveis maior que nos desenvolvidos, pela primeira vez.
Entretanto, questões regulatórias ainda impedem o desenvolvimento das telcos em mercados da América Latina, impedindo mais aplicações para IPTV, resposta da demanda de usuários por vídeo. Segundo o estudo, as ações regulatórias têm bloqueado telcos na Argentina e México de entrar no mercado de TV paga e, consequentemente, impedido o crescimento do IPTV na região. “O peso dessas ações regulatórias não parecem ser a prioridade desses mercados, o que muda a perspectiva em relação a 2013”, informa o ensaio.
Mas, a empresa de pesquisa afirma que o OTT tem sido outro ponto de entrada para o mercado midiático, com a penetração mais efetiva da banda larga; e isso foi adotado na Argentina, com a Telefônica e Telecom Argentina em 2011; no México, com a Clarovideo, em novembro do ano passado; e no Brasil esse ano.
A estimativa da empresa de pesquisa é de crescimento desse tipo de aplicação nos mercados emergentes, pois nos próximos cinco anos haverá 2 bilhões de novos usuários conectados, e a companhia espera que cerca de 90% dos assinantes venham dessas regiões.
Todavia, as telcos podem ter um papel mais ativo no espaço do OTT, ao invés de simplesmente apontar as aplicações para serviços de mensagens, como WhatsApp, como principais desafios por, possivelmente, substituir o SMS; e segundo análise da companhia, as empresas devem investir em parcerias para reverter a demanda dos usuários em receitas. “Isso pode ajudar a compensar a canibalização do SMS e tirar vantagem dos serviços de dados”, destaca o estudo.
fonte: IPNews