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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

HISPASAT PROMETE CANAL 4k VIA SATÉLITE PARA A REGIÃO DA AMERICA DO SUL


Para os que não estão familiarizados com a denominação: “ Ultra High Definition Television” (UHDTV), ele é composto por dois formatos de vídeo, 4k e 8k. 
O 4k ao contrário do que se possa pensar, não é 4 vezes melhor que o HDTV (embora tenha 4 vezes mais pixels ). O 4K possui 3840 pixels na horizontal, o que corresponde a duas vezes o numero de pixels do HDTV (1920) e tem 2160 pixels na vertical, o que novamente corresponde a duas vezes o numero de pixels do HDTV (1080). Então o 4K tem duas vezes mais definição que o HDTV (também chamado de 2K) 

A Hispasat, operadora de TV por satélite na Espanha, anunciou um inédito projeto de canal com programação 100% 4K, a ser lançado em outubro para vários países da América Latina, inclusive o Brasil. Desde setembro do ano passado, a empresa mantém no ar um canal desse tipo, via satélite, que cobre a maior parte da Europa. Em abril, lançou serviço semelhante nos EUA.  Proprietária do satélite Amazonas 4A, a Hispasat está oferecendo a empresas do setor em todo o continente a oportunidade de usar esse equipamento para transmitir conteúdos em resolução Ultra-HD.
"Queremos estimular as operadoras latinoamericanas a investir nessa tecnologia, pois temos certeza de que será muito bem recebida pelo público", comentou Elena Pisonera, presidente da Hispasat, durante o Congresso Latinoamericano de Satélites, realizado na semana passada no Rio de Janeiro. 
"Estamos oferecendo um canal do satélite sem custo para as emissoras e produtoras que tiverem condições de sustentar uma programação em 4K", disse ela. Segundo a executiva, a Hispasat teve "enorme sucesso" com as transmissões em 4K da Copa do Mundo, tanto para a América Latina quanto para a Europa. 
"O 4K oferece uma experiência visual completamente diferente, e queremos facilitar sua popularização. Esse com certeza será um grande mercado nos próximos anos". A empresa espanhola acredita que, abrindo os canais atualmente vagos em seu satélite, pode conquistar mais cliente entre as operadoras de TV por assinatura na modalidade DTH, que é a que mais cresce atualmente. No Brasil, Sky, ClaroTV e OiTV são as principais empresas desse segmento.

quinta-feira, 7 de março de 2013

IPTV é tendência, mas desafia provedores de internet



A realidade do mercado de IPTV, que começa a crescer no Brasil, foi abordada por Carlos Cunha, engenheiro de telecomunicações da Motorola Mobility, durante o Congresso de Provedores de Internet, em São Paulo. O especialista comentou sobre áreas que necessitam da atenção dos provedores que planejam investir na entrega do serviço pelo protocolo IP.
Perda de pacotes é principal gargalo.

O investimento é milionário e requer atenção de todos os lados – desde infraestrutura, tecnologia, a questões básicas de sistemas de cobrança, atendimento, manutenção e visitas técnicas, e o primeiro conselho de Cunha para os que estão pensando em entrar nesse mercado é: “implementar uma tecnologia que compense”, depois investir em treinamento e profissionais com experiência no mercado de vídeo.

O especialista pontua a perda de pacotes como principal gargalo para as prestadoras de serviços. “Perder pacote é o “demônio” para o IPTV, pois é pior que baixa velocidade. Isso interfere na qualidade do sinal, e consequentemente, na perda do cliente”, e adiciona que a manutenção deve fazer parte da estratégia, pois pode evitar esse tipo de problema. “Desde a manutenção básica, de limpar as antenas”.
Ele explica que o padrão IP permite integrar diversos serviços de vídeo on demand, multiview, gravação de conteúdo, o que pode enriquecer a oferta para assinantes. “No IPTV até a mudança de canal é mais rápida do que na TV digital”, cita como vantagem, e exemplifica a plataforma da Microsoft, o mediaroom, e afirma que a adoção de soluções integradas pode enriquecer a oferta.
De olho na concorrência
A concorrência com grandes provedores também foi citada como um desafio para as pequenas empresas, e afirmou que a exigência de múltiplas telas tem mudado a realidade do mercado brasileiro, com consumidores demandando mais serviços e aplicações. “Os pequenos provedores, para conseguir competir com os grandes, precisam ter preços competitivos e se preocupar com o conteúdo oferecido”.
E afirma que as empresas devem se preocupar com o portfólio de serviços. “A tendência de casa conectada deve estar no plano de negócios, além de permitir ao assinante ter acesso ao conteúdo da residência pelos dispositivos móveis”, e afirma que é importante pesquisar e saber o que os concorrentes e outras operadoras do mercado ofertam.

Comprovando essa tendência a  Life Serviços anunciou o lançamento do serviço de TV por assinatura com o padrão IP, que estará disponível até abril - quando a estação for licenciada pela Anatel - em algumas cidades do interior de São Paulo, como Pompéia, Marília e outras da região.

Segundo o diretor da companhia, Oswaldo Zanguettin, o objetivo é atingir uma base de 12 mil usuários em três anos, e a empresa que desde 2008 começou a investir em fibra ótica, entrará com uma oferta triple play, com preços competitivos. “A pressão do mercado nos levou a pesquisar e desenvolver a tecnologia, que ao final dos nossos estudos combinou com a tecnologia IP por maturidade e custo benefício”, comenta.
A companhia utilizará o cabo de fibra ótica aéreo e a diferença do serviço para o padrão DTH é o sinal de transmissão. “Não precisamos comprimir o sinal porque temos banda para isso, então, a transmissão terá mais qualidade. A diferença entre a tecnologia DTH e IP é que com o IP as chuvas não prejudicam tanto a qualidade”, e acrescenta: “o benefício é que no protocolo conseguimos ter bidirecionalidade, o que abre o mundo para diversas aplicações, como a gravação de canais e a possibilidade utilizar tecnologias de rede, como cloud, nos set-top-boxes, então trabalhamos com caixas mais leves”.
Zanguettin também conta que a companhia melhorará a oferta de banda larga. “Hoje trabalhamos com até 20Mbps, mas com o lançamento da TV vamos passar a ofertar até 100Mpbs”, e embora o serviço de voz também esteja dentro da rede IP, o ofertado não será o VoIP, mas o padrão comum.
Na primeira etapa, a oferta incluirá a grade linear de canais em HD para toda base de assinantes, menu interativo, aplicações de vídeo e TV on demand, que permite gravação de conteúdo. “Vamos usar um modelo de caixa que permite disponibilizar isso para todos os usuários, até dos pacotes mais simples”, e a empresa conta que nos planos futuros estão a possibilidade de incluir ofertas de OTT, para conteúdos em dispositivos móveis, e que a ideia também é instalar câmeras públicas na cidade. “Isso permitirá que o assinante veja o que acontece em tempo real, e até acompanhe as condições climáticas. Nossa idéia é transformar a TV em uma web interativa”.

fonte : IPnews 

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Anatel publica relação de canais obrigatórios para DTH


Lista só vale para as operadoras que conseguiram a dispensa de carregamento dos 514 canais previstos na lei.
A Anatel publica nesta sexta-feira (28) a relação de canais abertos que as operadoras de DTH (satélite) terão que carregar obrigatoriamente, se decidirem incluir um deles na sua grade de canais. Essa relação vale para aquelas que conseguiram a aprovação do pedido de dispensa de carregamento dos 514 canais obrigatórios previstos na Lei 12.485/11, que cria o Serviço de Acesso Condicionado (SeAC).
A Anatel já analisa pedidos de dispensa dos canais obrigatórios da Via Embratel e TV Claro, alegando impossibilidades técnicas e financeiras. Mas é esperado que todas as 10 prestadoras de DTH apresentem o pedido de dispensa.
A relação será publicada no Diário Oficial da União. Os canais são: Globo, Band, CNT, Record, SBT, Rede Brasil, Rede TV!, Rede Viva, Rede Internacional de Televisão, Rede Mulher (RecordNEWS), Rádio e TV Aparecida, Canção Nova, MIX TV e MTV Brasil.

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Fonte: Telesíntese 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Estudo aponta 12 Milhões de Residências com DTH até 2016

O crescimento econômico em vários países tem expandido a classe média e com isso aumentado a renda disponível, como consequência a penetração da mercado de Pay Tv tem aumento diretamente proporcional. No Brasil o crescimento do IPTV deverá ser forte devido as novas regulamentações que são favoráveis a esse ecossistema. De a corco com estudo realizado pela  DATAXIS(2011) esta previsto que o Brasil  alcançe a marca de 11,8 milhões de residências com DTH paga até 2016. Isso representa uma taxa de penetração de 18,8%. 
Essa mesma pesquisa mostra que os números de assinantes de serviços Over The Top, (OTT) deve subir de 1,25 milhões para 13 milhões, um salto de mais de 900%. O que sugere que os modelos de negócios OTT irão representar uma grande oportunidade para os provedores de conteúdo e claro seus distribuidores.
Duas categorias de operadores devem se beneficiar com este novo método de distribuição :
Aqueles que possuem e criam conteudo, mas não tem infraestrutura de rede;
Aqueles que possuem rede, mas não tem conteudo proprietário. Em ambos os cenários o OTT representa uma verdadeira mudança na oferta de soluções para multiplas telas.
Como isso deve acontecer ?
OTT permite que aqueles que não tem uma rede própria possam monetarizar seu conteúdo e atingir os usuários finais. Já para os proprietários das redes, as tecnologias de OTT podem permitir parcerias com terceiros (exatamente os donos de conteúdo) para que esses forneçam conteúdo e aplicações para seus clientes, criando assim um diferencial de seus serviços perante a concorrência.

fonte: Panorama Audiovisual /Dataxis