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sábado, 21 de março de 2015

IPv6 no Brasil: Anatel anuncia implantação do novo protocolo de Internet

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Uma bomba-relógio da rede mundial de computadores finalmente começa a ser desmontada, pelo menos no Brasil: a sobrecarga de endereços IPs (Internet Protocol). É o que afirma a agência que regula o setor, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel),  após anunciar uma ação coordenada para adotar no país o IPv6, o mais recente protocolo de comunicação de Internet.
A quantidade de dispositivos conectados à Internet no mundo já ultrapassou há muito tempo o número de endereços de protocolo, que funcionam como números de telefone para cada gadget. Chamado de IPv4, o padrão anterior não segura mais a demanda, fazendo com que usuários lidem com diversos problemas, entre eles a incompatibilidade de equipamentos e problemas na configuração de modens.
Já com o padrão IPv6, é possível obter 340 undecilhões de novas possibilidades de endereço. Este número significa 340 seguido de 36 zeros na frente. Com a adoção destes novos códigos, por exemplo, as autoridades conseguem investigar e identificar melhor os responsáveis por crimes cometidos na web. Além disso, a Internet poderá suportar o fluxo de novos dispositivos por um período ainda bastante longo no futuro.
A ideia é que os servidores funcionem paralelamente em iPv4 e iPv6, numa fase de transição que pode durar muitos anos. Assim, usuários terão suporte garantido até que seja concluída a migração natural para o novo modelo. "Isso é totalmente gradual, não é do dia para a noite”, explica o Superintendente de Planejamento e Regulamentação da Anatel, José Alexandre Bicalho. "O usuário final não precisa fazer nada, nem se preocupar. Não precisa trocar equipamento, nem reconfigurar Internet”, disse.
Para passar por esse período de transição evitando a sobrecarga atual do IPv4, a Anatel autorizou no Brasil o compartilhamento de um mesmo protocolo público para diferentes usuários, o que em tese sustentaria a demanda até a completa adoção do novo modelo. 
Mas, como isso traria uma série de dificuldades técnicas, a agência já havia definido que todas as prestadoras de serviço de Internet (conexão) disponibilizassem suporte ao novo padrão IPv6 para as redes corporativas até dezembro do ano passado, pare quem quisesse usá-lo.
Novos prazos para redes e eletrônicos
Agora, as prestadoras também precisam se adequar a novos prazos: até julho de 2015, todos os novos usuários deverão ter um endereço em IPv6, disponibilizado obrigatoriamente pela operadora. A partir daí, usuários antigos com dispositivos ainda em IPv4 também terão direito de solicitar um IP público não compartilhado com outros usuários.
Outra medida adotada pela agência é a de exigir o endereçamento em IPv6 para novos dispositivos fabricados e vendidos no Brasil a partir de 2016, o que facilitará o término previsto da transição entre o antigo e o novo modelo. Para obter a certificação técnica do órgão, compulsória para esse tipo de produto com conexão online no Brasil, as empresas precisarão se adequar.
fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Anatel: Sobras reduzem chance de interferência entre 4G e TV Digital

Se arrecadou menos que o esperado, a sobra de espectro de 700 MHz já é encarada pelo lado ‘otimista’ pela Anatel – e pelas próprias operadoras. De fato, o primeiro efeito são 10 MHz adicionais a separar as operações móveis da radiodifusão, o que pode reduzir as chances de interferência e os custos de sua mitigação. Para as teles, esperança de antecipar o uso efetivo da faixa.
“Na prática, não vender um dos lotes aumentou a ‘banda de guarda’. Fica resolvido aquele problema de interferência e também deve resultar em custos menores com a compra de filtros, por exemplo”, calcula o vice-presidente da Anatel, Jarbas Valente.
A conta é simples. Claro (738 a 748 / 793 a 803 MHz), TIM (718 a 728 / 773 a 783 MHz) e Vivo (728 a 738 / 783 a 793 MHz) ficaram com os nacos mais afastados da parte mais baixa dessa faixa – leia-se, dos canais 50 e 51 da televisão.
Entre eles, não foi comprado o espectro de 708 a 718 MHz. Daí a análise de Jarbas Valente de que a ‘banda de guarda’, antes de 5 MHz, agora será de 15 MHz. Vale lembrar que durante o processo consulta pública sobre o edital dos 700 MHz, os radiodifusores pediram exatamente isso: uma maior banda de guarda.
“É de se esperar que isso venha a facilitar a antecipação do uso da faixa pela menor chance de interferência”, sugere o presidente da Vivo, Antônio Carlos Valente. Na mesma linha acredita o presidente da TIM, Rodrigo Abreu. “Ao menos em tese, temos ainda menos possibilidades de interferências”, diz ele.
O que mais preocupa as empresas é a previsão do edital de uma carência de 12 meses entre o desligamento dos sinais analógicos de televisão e a oferta de 4G em 700 MHz. Especialmente em São Paulo e Rio de Janeiro, capitais onde esse prazo deve ser ainda maior, chegando ao fim de 2018 se mantido o cronograma atual. Mas o edital também prevê a possibilidade de antecipação caso ‘tecnicamente viável’.
fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Minicom passa para Anatel direitos sobre SARC

A Portaria nº 252, publicada na sexta-feira, 9 de agosto no Diário Oficial, reconhece os Serviços
Auxiliares de Radiodifusão e Correlatos (Sarc) como serviços de telecomunicações de interesse
restrito. Dessa forma, o Ministério das Comunicações passa para a Anatel a competência para autorizar essas atividades. A medida integra o conjunto de ações do MiniCom para agilizar e desburocratizar os procedimentos da área de radiodifusão.
São exemplos de Sarc links para reportagem externa de TV ou para a comunicação entre transmissor e
estúdio, ligações entre estúdios e transmissores das estações, telecomando e telemedição, inclusive com
transceptores portáteis.
Até a divulgação das novas regras, ficam mantidas as condições técnicas das atuais outorgas. Os pedidos
de novas outorgas pendentes no Ministério das Comunicações serão arquivados. Os processos de apuração
de infração referentes a entidades detentoras de outorga de Sarc serão concluídos no próprio ministério. Novas outorgas custarão o equivalente ao valor praticado para o Serviço Limitado Privado (SLP), que atualmente é R$400.

Fonte: Minicom

terça-feira, 28 de maio de 2013

Novas regras do SCM favorecem pequeno provedor


mudanças introduzidas pela Anatel nas regras do SCM, aprovadas pela agência na semana passada, beneficiam os provedores de acesso à internet e serviços de telecomunicações com menos de 50 mil assinantes (praticamente todo o universo). Além de não terem que cumprir metas de qualidade, como fixado pelo PGMQ, agora não terão mais que ter o call center funcionando sete dias por semana, 24 horas por dia. A exigência de atendimento ao consumidor foi reduzida para os dias úteis, das 8 as 20 horas. Quem tem menos de 5 mil usuários não precisa fazer a guarda de logs e quem tem entre 5 0 mil e 50 mil acessos tem que fazer a guarda de logs por 90 dias.
Motivo de muitas dúvidas entre as empresas reunidas no Encontro Provedores Regionais, realizado hoje em Fortaleza pela Bit Social, entidade sem fins lucrativos que edita a revista Arede, as mudanças foram detalhamente comentadas por Carlos Evangelista da Silva Jr, especialista em regulação da Anatel. Evangelista esclareceu que as empresas com pedido de outorga de SCM em tramitação na Anatel que ainda não foram homologadas já serão enquadradas no valor de R$ 400. Informou também que os provedores que podem, em uma única solicitação, requer licenças de SCM, STFC e SeAC pelo valor total de R$ 9 mil.
Preocupados com a competição de provedores, muitos sem licença de SCM, que compram um acesso ADSL da concessionária e comercializam a capacidade para usuáriosfinais, Evangelista explicou que atuar sem licença é crime pela LGT. Mas se o provedor tiver licença e comercializar um acesso ADSL individual, o problema é entre ele e a operadora. “Neste caso, não cabe a Anatel nenhuma iniciativa. É um problema comercial entre as duas partes”, explicou, frente aos questionamentos de que a fiscalização da Anatel era omissa. 


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Controle de Loudness deve Chegar ao Brasil em 2013


Transcrevo abaixo a entrevista concedida por Alexandre Sano da SET,ao meu amigo Editor da Produçao Profissional Alexandre.minghin, sobre o controle  de Loudness que será adotado no Brasil.


Este ano tivemos a normativa que implica na regulamentação e início do controle. 

Conversando com alguns representantes de equipamentos que acompanharam este processo em países da Europa e EUA, tive a sensação (por vezes isto foi citado) de que a única coisa que fará o Loudness no Brasil ser efetivamente implementado é a fiscalização por parte dos órgãos responsáveis. 
Daí já temos a primeira pergunta: 
- Será preciso uma fiscalização rigorosa para que a normativa seja respeitada? 

Como Coordenador do Grupo de Trabalho de Loudness da SET, posso dizer que existe um grande interesse das principais emissoras (integrantes do grupo) em oferecer um serviço de melhor qualidade de áudio ao telespectador, existindo ou não a regulamentação da lei. Porém devemos ter cuidado com as restrições da regulamentação, que pode prejudicar a qualidade do áudio e ainda provocar uma sanção (suspensão de 30 e 90 dias), que desagradará ainda mais o telespectador. 



Temos no Brasil particularidades que nos fazem diferentes do resto do Mundo em praticamente tudo. Não acredito que uma implementação dessas será diferente.  

Na sua opinião, que tipo de particularidades do ambiente broadcast brasileiro poderá influenciar (seja positiva ou negativamente) no avanço do controle de Loudness? 

A implementação do controle de loudness no processo produtivo das emissoras não será muito diferente do que está sendo adotado no resto do mundo. O controle deve existir em todas fases do processo. 
O que nos diferencia é como deveremos cumprir a regulamentação, muito por conta do que está disposto na Lei n°10.222/2001. Pela regulamentação, não poderemos ter variações acima de 2 dB (ou 2LU) entre blocos de programa e blocos de comerciais. 




Da mesma forma que fizeram com os formatos de vídeo (4/3 para 16/9), as emissoras poderão exigir das produtoras de conteúdo e comerciais, a necessidade que o material já venha com o áudio dentro do "permitido". 

Você acha que isto é uma verdade, uma tendência natural, ou será imposto e poderá acarretar problemas frente as produtoras? 

As emissoras deverão exigir que as produtoras entreguem o conteúdo dentro dos parâmetros permitidos, ainda mais se considerarmos o envio dos comerciais e conteúdos file-based. Já existem soluções no mercado que corrigem o loudness em ambiente digital (de um arquivo), mas ainda precisamos medir a eficiência destas ferramentas. 




Quanto as diferenças e dificuldades encontradas entre programa ao vivo, produções de telenovela e comerciais de TV. 

Você acredita que o investimento em equipamentos tecnológicos é a única solução para fazer a medição e controle, ou existe aí uma necessidade de capacitar profissionais para que isto não se torne um problema dentre os compromissos de um engenheiro da emissora? 

Somente a implementação de tecnologia não atenderá a necessidade da maioria das emissoras. O resultado pode ser desastroso. Sem dúvida, os profissionais devem ser capacitados para encontrar o melhor compromisso entre cumprir a lei e entregar o conteúdo com qualidade para o telespectador. 




Aumentando a produção de conteúdo local nas afiliadas, você acredita que aumentaremos a dificuldade de se implementar o controle de Loudness, uma vez que pode haver diferenças do conteúdo vindo da cabeça de rede? 

Em alguns casos a dificuldade pode aumentar, mas a partir do momento que a cabeça de rede determina os parâmetros a serem utilizados, tanto o conteúdo de rede quanto o conteúdo local devem operar da mesma forma. Além disso, as afiliadas deverão individualmente tratar o seu conteúdo para não descumprir a lei. 




- Quanto a tecnologia, existe preferência para a escolha da técnica? Realizar a medição e monitoramento direto no Ingest, ou no playout? 

A medição deverá ser realizada em vários pontos da cadeia de produção para que o processador no final da cadeia não tenha que atuar, degradando o sinal de áudio. Atualmente existem diversas opções de medidores de loudness, mas a escolha deve ser pelos que estão aderentes a recomendação EBU R-128. 




Comparando com o que foi feito em outros países. Você acredita que o Brasil vai se destacar positivamente dos outros países? 

Depende muito do resultado do Grupo de Trabalho Técnico do Ministério das Comunicações. Se não houver uma reavaliação da regulamentação, corremos sérios riscos de não entregar um bom resultado ao telespectador para cumprir a lei. 




Com relação a decisão da SET de recomendar a norma da EBU R.128 como preâmbulo das questões colocadas, a recomendação segue as práticas adotadas na Europa como precaução à atitudes que possam surgir em tentativa de criar artifícios do não cumprimento? Como exemplo cito o caso italiano, onde os operadores tentaram "contornar" a norma, baixando os níveis de loudness propositadamente à noite quando ninguém estava vendo, para que o loudness subisse em prime-time, continuando a respeitar a média em 24 Horas.  
Você acha que no Brasil algo semelhante poderia acontecer e por isso a norma da EBU encontrou formas de evitar isso, o que a norma ITU original não considera? 

Tanto a recomendação da EBU quanto da ITU não dispõe sobre a metodologia de medição. Os procedimentos adotados na Itália foram definidos pelos orgãos locais e devem ser diferentes do que ocorre na Inglaterra ou na Alemanha. No Brasil a proposta da SET era justamente medir qualquer faixa horária (medições em janelas de 2 em 2 horas) para que não ocorresse nenhum tipo de variação em qualquer hora. Por conta do que está descrito na regulamentação, as grandes variações ainda poderão existir em todas as situações, menos nas transições de bloco de programa para bloco comercial, o que para o telespectador pode ser ainda pior. Por exemplo, se houver uma variação de loudness significava de bloco de comercial para bloco de programa, a lei não tem como punir a emissora ou se houver uma grande variação de um programa para outro dentro da mesma emissora, a lei também não pode punir a emissora. 

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Anatel publica relação de canais obrigatórios para DTH


Lista só vale para as operadoras que conseguiram a dispensa de carregamento dos 514 canais previstos na lei.
A Anatel publica nesta sexta-feira (28) a relação de canais abertos que as operadoras de DTH (satélite) terão que carregar obrigatoriamente, se decidirem incluir um deles na sua grade de canais. Essa relação vale para aquelas que conseguiram a aprovação do pedido de dispensa de carregamento dos 514 canais obrigatórios previstos na Lei 12.485/11, que cria o Serviço de Acesso Condicionado (SeAC).
A Anatel já analisa pedidos de dispensa dos canais obrigatórios da Via Embratel e TV Claro, alegando impossibilidades técnicas e financeiras. Mas é esperado que todas as 10 prestadoras de DTH apresentem o pedido de dispensa.
A relação será publicada no Diário Oficial da União. Os canais são: Globo, Band, CNT, Record, SBT, Rede Brasil, Rede TV!, Rede Viva, Rede Internacional de Televisão, Rede Mulher (RecordNEWS), Rádio e TV Aparecida, Canção Nova, MIX TV e MTV Brasil.

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Fonte: Telesíntese 

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O DILEMA 4G :Tecnologia exigirá nova estrutura em todo o país


Enquanto a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Procon travam uma batalha pela melhoria dos serviços oferecidos pelas operadoras de celular brasileiras, milhões de pessoas em toda a Europa e em países como Estados Unidos, Porto Rico e Uruguai navegam a velocidades até dez vezes maiores que as praticadas pela internet móvel no Brasil

Na América Latina, já existem seis redes móveis capazes de transmitir vídeos em HD - nenhuma no Brasil. Contudo, a realidade da internet móvel brasileira está prestes a mudar.

As operadoras de telefonia têm até abril de 2013, meses antes da Copa das Confederações, para proporcionar a tecnologia 4G nos principais pontos de uso - aglomerações de jornalistas, torcedores e turistas em geral - das cidades-sede (Fortaleza, Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro). Nos demais pontos dessas cidades, as teles devem disponibilizar um upgrade do já conhecido 3G (o 3G plus ou 3G mais) para a mesma data. 

Para montar redes 4G (dez vezes mais velozes do que a 3G) , é preciso investir em novos equipamentos no Brasil inteiro. Já a rede 3G plus é uma versão mais robusta do já existente 3G e pode usar a mesma estrutura para operar, só que com capacidade de velocidade três ou quatro vezes maior. 

"O prestador de serviço tem hoje três situações complicadas: tem que atender as queixas dos usuários e responder ao governo, tem que começar a se preparar para as redes mais fortes com o 3G plus e o 4G e tem que fazer isso realmente acontecer muito rápido", 
Os planos que estão sendo apresentados à Anatel em função das recentes punições às teles já compreendem a evolução da tecnologia de internet móvel.

A alta capacidade de transmissão de dados vai possibilitar que fotos, vídeos, áudio e texto sejam transmitidos com maior facilidade.Em países onde o 4G já é uma realidade, essa tecnologia móvel está batendo de frente com a internet fixa das residências. A competição deve trazer vantagens ao consumidor, na medida que há mais players no mercado. 
A única questão é que os aparelhos para 4G devem chegar ao Brasil com preços bem salgados como sempre acontece com qualquer coisa que chega até aqui e tem que enfrentar o chamado "Custo Brasil".

fonte:Portal Terra

terça-feira, 10 de abril de 2012

MTV deixa de transmitir sua programação via satélite


A MTV brasileira anunciou nesta terça-feira (3), através de sua página no Facebook, que não vai mais transmitir sua programação via satélite a antenas parabólicas. Quem sintonizava a emissora através desse meio vai passar a assistir ao canal de videoclipes BRZ em seu lugar. A mudança é reflexo de uma resolução aprovada pela Anatel no último dia 26 de março, que garante a presença da MTV em todas as redes de TV a cabo do país. Confira abaixo o comunicado oficial divulgado pelo canal na rede social : "No dia 26 de março, a Anatel regulamentou o must carry (resolução 581 da Anatel). Com isso os canais abertos serão carregados por todas as operadoras de TV por assinatura. Assim, com a sua distribuição nacional garantida, a MTV decidiu sair da parabólica e criar um novo canal." No Brasil, calcula-se que 22 milhões de lares estão equipados com antenas parabólicas para receber canais free to air . A MTV estava localizada no satélite Star One C2. Além disso, está disponível em TDT em São Paulo e seus arredores. E também está presente na TV digital terrestre da Espanha e da Itália.


 Fonte: www.tecmundo.com.br/televisão.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Anatel estuda regulação única para serviços convergentes


Agência analisa possibilidade de unir telefonia, TV e internet em um só outorga de Serviço de Rede de Banda Larga .O vice-presidente da Agência Nacional de Telecomunicações, Jarbas Valente, apresentou nesta sexta-feira  (10), em palestra na Campus Party, o debate que está tocando na agência para uma “possível atualização regulatória” que leve em conta o processo de convergência dos serviços e tecnologias pelo qual o setor de telecomunicações passa hoje.
Segundo o conselheiro da Anatel, estão em estudo diversas propostas para criar uma regulação única para os diversos serviços que passarão a ser oferecidos por IP, sob a nomenclatura de Serviço de Rede de Banda Larga.

“Os serviços vão deixar de existir individualmente e passarão a existir como aplicações de um único serviço”, afirmou Valente, explicando a necessidade de ter também uma regulação convergente, “da mesma forma que os 18 serviços de dados diferentes que existiam antes foram consolidados sob o Serviço de Comunicação Multimídia, e que hoje vemos na TV por assinatura com a Lei do SeAC”.

As propostas sendo estudadas incluem a possibilidade de acabar com o regime público da telefonia fixa, único dos serviços de telecomunicações que hoje não é prestado em regime privado. Para o conselheiro, a migração do STFC é a melhor alternativa regulatória, uma vez que o regime privado permite maior flexibilidade, juntamente com a criação de um novo serviço convergente.

Também estão sendo analisadas diferentes propostas de serviços públicos de banda larga, o que possibilitaria o uso de recursos de fundos setoriais como Fust e Funtel (que também devem ser atualizados para atender às novas tendências), além de modelos internacionais baseados na atuação mais ou menos incisiva de uma estatal, que poderia eventualmente ser privatizada.

“São estudos que estamos fazendo, não é a posição final da Anatel”, frisou Valente, que não especifica um prazo para as mudanças. Ele afirma, no entanto, que as operadoras e o setor “devem no mínimo estar atualizados até a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016. Quanto mais rápido fizermos, melhor".
fonte : Georgia Jordan ( Telesintese.com.br )

domingo, 22 de janeiro de 2012

ANATEL E AS INDEFINIÇÕES DO 4G

A quarta geração da telefonia móvel, a LTE, começou a ser implantada paulatinamente pelas grandes operadoras globais, entre elas a norte-americana Verizon. Esta nova tecnologia tem como vantagem frente às versões anteriores ser, mesmo toda IP, e conseguir unificar os padrões de mercado existentes (UMTS, CDMA, etc.). Mas ela traz também grandes desafios para as operadoras: necessidade de muita banda e de espectro, muitos investimentos em backhaul e, principalmente, mudança de atitude, de maneira a também poderem ganhar receitas com os serviços "over the top".


Seguindo essa tendencia a Anatel aprovou nesta quinta-feira, 19/01, a minuta do edital de leilão para as frequências de 450 MHz e 2,5 GHz, destinada pelo governo para os serviços LTE, a 4G da telefonia móvel celular. Estranhamente o relator da matéria, o conselheiro Rodrigo Zerbone, deixou fora do texto qualquer menção quanto aos indicadores de qualidade do serviço Internet a ser prestado para os consumidores, num momento em que a própria agência vem analisando um pedido da Oi para retirar as metas impostas para os serviços disponíveis.
Zerbone alegou que o fato de não ter feito menção alguma quanto às metas de qualidade que são impostas pelo órgão regulador no texto do esboço deste edital, entende que as empresas já estão cientes de antemão, que terão de cumprir o que manda os regulamentos em vigor para o SPM e o SCM.

Certamente, os clientes da Oi e das outras operadoras têm percebido nos últimos meses que a necessidade de expansão das redes móveis é uma realidade no Brasil. As redes estão cada vez mais congestionadas, graças em grande parte à explosão de consumo da banda larga móvel. Sob esta ótica, será que o mais interessante no momento é trocar de tecnologia ?, o que exigirá investimentos ainda mais robustos do que os necessários para reforçar as redes que já temos? Ainda mais se não há nenhuma garantia de que as operadoras 4G oferecerão velocidades de fato maiores e com melhor qualidade.

Coisas ainda mais estranhas têm acontecido em torno das discussões sobre a melhoria dos serviços de banda larga no Brasil. Dentro da Anatel cresce a torcida para que a ABR Telecom, grupo formado pelas operadoras telefônicas para coordenar os serviços de portabilidade, vença a disputa para ser a responsável pela gestão dos parâmetros de qualidade da Internet. Essa concorrência foi aberta também no dia 19/01 pela Anatel. Enquanto isso parece que o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), órgão criado pelo governo e formado por especialistas da área de tecnologia, tem sido tacitamente excluído das reuniões realizadas pela Anatel sobre as regras de qualidade. Se isso for verdade, a acusação é séria já que praticamente todos os parâmetros fixados pela Anatel se baseiam em estudos conduzidos pelo CGI.

A entrada do 4G no Brasil alinhada com a evolução tecnológica mundial deve sem duvida ser uma meta da Anatel, mas não pode ser atingida a qualquer custo!


fontes: Convergencia Digital,Portal Band.com.br

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Cronograma de Implantação TV Digital

Cronograma de Implantação TV Digital , dos 273 canais consignados 109 estão em operação.
Dados da Anatel atualizados até 26 de Outubro, 2011.


 
Canais
Consignados
Canais em
Operação
Brasil273109
Acre30
Alagoas32
Amapá20
Amazonas81
Bahia103
Ceará104
Distrito Federal122
Espírito Santo63
Goiás106
Maranhão61
Mato Grosso63
Mato Grosso do Sul84
Minas Gerais2010
Pará63
Paraíba41
Paraná2515
Pernambuco82
Piauí42
Rio de janeiro137
Rio Grande do Norte51
Rio Grande do Sul94
Rondônia40
Roraima10
Santa Catarina144
São Paulo6828
Sergipe51
Tocantins11